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Crispim Nº 1 |
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Poemas inéditos
A seção de criação deste número traz poemas inéditos de Marco Lucchesi (RJ) e de Weydson Barros Leal (PE), além de uma pequena antologia de poemas de Celina de Holanda (PE), extraídos da obra completa editada pela Fundarpe/Cepe em 1994. |
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Poetas quase inéditos
Dois poetas menos conhecidos, Paulo Gervais (PE) e Astier Basílio (PB), são os responsáveis por abrir a edição, tendo contribuído, cada um deles, com aproximadamente dez poemas. Ainda que a proposta de se voltar para temas tão essenciais como o amor e o luto, por si só, já desperte o interesse de muitos, bem como a de fazer dialogar no poema tradições tão diferentes quanto o cordel e o cinema, as melhores surpresas de Gervais e Basílio estão na forma particular que esses projetos assumem em cada um dos poemas. Uma tendência a se assinalar na poesia de ambos, bem como na dos outros três citados, parece ser a de uma reaproximação entre as imagens, as metáforas, e o que poderíamos chamar a “dor comum”, seja em seu matiz metafísico, como em Lucchesi, ou não. |
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Clássicos em novas traduções e Oficina
A seção conta ainda com traduções (em versão bilíngüe) de poemas de Rilke, Wordsworth, Edmund Waller, Joseph von Eichendorff e Dante, além da Oficina, com cinco poemas e um conto (todos de autoria dos integrantes do corpo editorial). |
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2 entrevistas + 5 ensaios
A seção de crítica se abre com duas entrevistas: uma com Marco Lucchesi (por Fábio Andrade) e outra com Astier Basílio (por Cristhiano Aguiar). Entre os cinco ensaios, dois se destacam por serem comemorativos: “Grande Sertão: sinuosa travessia”, de Peron Rios, e “Ortega y Gasset: relações entre a academia e o jornalismo”, de Eduardo Maia. Na mesma seção, Lourival Holanda comenta Milton Hatoum, Cristhiano Aguiar faz uma análise da poesia de Cláudio Willer e Fábio Andrade traça um panorama da poesia brasileira atual. |
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